quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

10 Anos no Ar!


Obrigado a todos e todas que acompanham o blog há uma década. Continuamos firmes e fortes. Let's Go! 

domingo, 24 de janeiro de 2021

 Vento 

(Rubinho Andrade)

É tão difícil pra mim 
Mas eu espero que entenda 
Não foi fácil decidir 
Por mais que algo me prenda 

Juntos tanto tempo, tudo parece desabar 
Não sei o que falar 
Muito mais do que sentir e amar 

Somos apenas areia na praia 
O vento leva e não resta nada 
Nem tudo dura pra sempre 
Mas algo ficará 

sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

2101

(Rubinho Andrade)

Era dois mil e vinte, século XXI, caos político, parecia que nada poderia piorar, fascismo quase instalado, ditadura travestida de democracia, o que poderia ser pior?

Um vírus do Oriente, epidemia global, mortes em massa, pessoas que não conseguiam respirar, morriam a espera do mínimo de ar
Ainda era possível piorar, negaram o inegável, em meio a milhares de pessoas ofegantes, superfaturamentos, festas, farras, noites, baladas, pessoas que se protegiam foram injustiçadas, foram humilhadas, chamadas de chatas, as pessoas se uniram ao vírus, tinha gente lutando pra não se vacinar...

Ansiedade, angústias tomavam o peito daqueles que só queriam sobreviver e proteger a quem mais se amava, nada sensiblizava, vidas viraram nada. 

terça-feira, 29 de dezembro de 2020

Humanidade doente 
(Rubinho Andrade) 

Perdemos até a humanidade
Quem deveria dar exemplos
Tem sintomas de insanidade

Mundo louco esse que estamos deixando
Desunião, falta de bom senso
Que tristeza da nossa gente

Sem consciência, imaturidade
Muitos Jovens não são mais o futuro da nação
Decepção!

Individualidade em suas mentes
Nada a contribuir e cooperar
Doentes sem contaminação.

sexta-feira, 29 de maio de 2020

Sinais
(Rubinho Andrade)

Tentando entender o sentido de tudo
Tentando entender o porquê de tantos absurdos
Tentando entender os sinais
Tentando entender quem diz que não dá mais

Só agora a frase do Reis faz sentido
"O mundo está ao contrário e ninguém reparou"
Repararam por vez, contaram até três,
Nada mudou.

Não tenho mais saco pra cantar e não ser ouvido
Arte morreu antes do vírus
Enterraram sem a presença dos deuses
Que foram espertos e partiram antes do caos. Tchau!

As dores da vida
(Rubinho Andrade)

Estou no escuro de olhos abertos 
Tentando achar a luz ou uma saída
Algo que me conduza
Que me direcione a um rumo

Livra-me da dor, desse calor 
Escuridão no meu futuro 
Noites de apuros
Mente rasa ou vazia

Medo que ela volte
Sem dó e nem piedade 
Mesmo com pouca idade
Ela me limita ao extremo
Vou vendo, pena que perdendo.